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Informativo n° 10/2019 | 13/06/2019

Informativo n° 10/2019 | 13/06/2019

 
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Informativo n° 10/2019  |  13/06/2019
ABA se manifesta sobre declarações de ministra sobre povos indígenas
destaques da ABA
De onde o Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos tirou esse número?
 
 

Sobre a declaração da Ministra no dia 31/05/2019, em Buenos Aires.

A Associação Brasileira de Antropologia (ABA) vem por este meio manifestar a sua indignação e o seu repúdio perante a declaração da senhora Ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, a pastora evangélica Damares Alves, por ocasião da 33ª Reunião de Altas Autoridades em Direitos Humanos e Chancelarias do Mercosul e Estados Associados (RAADH), realizada entre os dias 29 e 31 de maio na cidade de Buenos Aires. A ministra declarou publicamente que haveria entre os povos indígenas no Brasil 1.500 casos de recém-nascidos enterrados vivos todos os anos por seus pais e familiares.

Trata-se de uma afirmação sem fundamento algum, sem qualquer base científica. Como a ministra chegou a este número? Como estabeleceu a relação entre o suposto número e a causa morte atribuída? A partir de que fontes? Com certeza não foi obtida junto à Secretaria Especial de Atenção à Saúde Indígena do Ministério da Saúde (SESAI/MS), a fonte mais qualificada e confiável hoje disponível no país, na esfera pública, sobre as ações e a situação de saúde individual e coletiva da população indígena no Brasil.

Segundo dados disponíveis no Relatório Anual de Gestão (RAG) da SESAI, relativo a 2018, que cobre o período de 01/01/2018 a 30/09/2018, extraído em 10/01/2019, dos 381 óbitos registrados, 330 são óbitos de crianças menores de um ano, cuja causa foi investigada e notificada no Sistema de Informação de Atenção à Saúde Indígena (SIASI). Não há registro de óbitos relacionados com a alegada causa apontada pela ministra.

No RAG de 2017, a SESAI informa a ocorrência de 472 casos de óbitos infantis (crianças menores de 01 ano) neste ano, sendo investigados 321 óbitos. Os dados foram extraídos do SIASI em janeiro de 2018 e cobriu 33 Distritos Sanitários Especial Indígena (DSEI). Também não há indicação de que tenham ocorrido na circunstancia indicada pela senhora ministra.

De outro lado, não chegou ao nosso conhecimento que a Ministra Damares Alves tenha se manifestado preocupada com os efeitos de decisões de colegas que coordenam as ações e políticas do governo do presidente Jair Bolsonaro, e seus efeitos na saúde e nos direitos humano da população indígena no país. Nos referimos aos cortes orçamentários no Subsistema de Atenção à Saúde Indígena (SASI-SUS), ao atraso no pagamento dos funcionários nos DSEI, na falta de medicamentos e outros recursos básicos de atenção, e no cancelamento do acordo de cooperação entre Brasil e Cuba, por intermédio do Programa Mais Médicos, que afetou diretamente o atendimento nas aldeias nas Terras Indígenas. Mais de três centenas de médicos cubanos tiveram de retirar-se das ações de atenção básica.

Recentemente veio a público a ocorrência de mortes de crianças no Parque Indígena do Xingu, do povo Kaiabi, por causas evitáveis por ações de atenção básica. Na Terra Indígena Yanomami já há registros de ocorrências semelhantes.

Como pesquisadores e cidadãos, manifestamos nossa indignação e repúdio em relação às declarações e omissões da ministra Damares. E que ela venha a público esclarecer as bases científicas da afirmação feita em Buenos Aires e sua intenção.

Brasília, 11 de junho de 2019.

Associação Brasileira de Antropologia – ABA e sua Comissão de Assuntos Indígenas – CAI

Leia aqui a nota em PDF.

 
 
Nota da ABA – Comitê Povos Tradicionais, Meio Ambiente e Grandes Projetos; e Comissão de Assuntos Indígenas – em apoio e solidariedade ao povo Waimiri Atroari
 
 

A ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ANTROPOLOGIA vem a público manifestar seu apoio e solidariedade ao povo Waimiri Atroari, reiterando a Nota Pública da Comissão de Defesa dos Direitos Humanos Dom Paulo Evaristo Arns – Comissão Arns, datada de 04 de junho de 2019.

O povo Waimiri Atroari (que se auto-denomina KINJÁ), desde a década de 1970 tem sofrido intervenções violentas que resultaram numa perda inicial de 90% de sua população. Hoje, tendo em grande parte recuperado o seu contingente demográfico, eles reclamam que seja observada a Convenção da Organização Internacional do Trabalho nº 169, promulgada no Brasil em 2004. Essa lei que, em seu artigo 6º, obriga o Estado Brasileiro a realizar consulta prévia, livre e informada, de acordo com o protocolo próprio de cada etnia, está sendo desconsiderada em favor do Projeto de Interligação Elétrica Manaus-Boa Vista, o que acarreta uma grave violação de direitos humanos.

Depois da construção da BR 174, que motivou a depopulação mencionada, da inundação de parte do território pela Hidrelétrica de Balbina, e da intrusão do seu território pela empresa Paranapanema, os Kinjá aparentemente não se opõem à implantação do chamado Linhão Tucuruí. “Este prevê a implantação de 250 antenas de transmissão elétrica ao longo de extensa faixa dentro da reserva indígena, com evidentes impactos humanos, ambientais, socioeconômicos, culturais”.

Reiterando a Comissão Arns, lembramos que a violação do direito do povo KINJÁ significa uma ameaça a todos os povos indígenas do Brasil, pedimos a aplicação imediata da Convenção 169 da OIT e “reivindicamos ainda que os nossos tribunais julguem as ações já interpostas pelos indígenas. E esperamos que a Justiça se faça de forma não só compensatória, mas sobretudo reparadora, para este povo que tem, de acordo com o artigo 231 da Constituição Federal, “direito originário sobre as terras que tradicionalmente ocupam” não continue sendo objeto de graves violações aos seus direitos”. 

Brasília, 10 de junho de 2019.

Associação Brasileira de Antropologia – ABA; seu Comitê Povos Tradicionais, Meio Ambiente e Grandes Projetos; e sua Comissão de Assuntos Indígenas

 Leia aqui a nota em PDF.

 
 
NOTA DE REPÚDIO À DECLARAÇÃO DE JUIZ DO TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO PARÁ
 
 

O Comitê Deficiência e Acessibilidade da Associação Brasileira de Antropologia (ABA) e o Coletivo Feminista Helen Keller manifestam seu repúdio à declaração do juiz Amílcar Bezerra Guimarães, do Tribunal Regional Eleitoral do Pará (TRE-PA), ao comparar, em sessão plenária realizada no TRE-PA na tarde de 28 de maio de 2019[1], as mulheres que se candidatam a cargos políticos nas eleições por meio de cotas a pessoas que ele chamou de “aleijados”, fazendo menção às pessoas com deficiência como referencial de inferioridade ao qual deseja associar as mulheres.

Ao tecer essa infeliz comparação pelo uso deliberado do termo “aleijados”, pejorativo e capacitista, o magistrado não só deixa claro considerar as pessoas com deficiência como incapazes, colocando-as em um lugar de desprezo, como também escancara seu sexismo e capacitismo[2] contra a participação das mulheres na política. Ao demonstrar visão preconceituosa e seu total alheamento à realidade das pessoas com deficiência, o nobre magistrado, em sua tentativa de justificar uma burla na exigência da Justiça Eleitoral para que partidos políticos cumpram a cota mínima de 30% de mulheres na lista de candidaturas a cargos políticos nas esferas municipais e estaduais, equipara as mulheres aos ditos “aleijados” com a intenção de desqualificá-las e torná-las indignas de representação política nos espaços de poder.

Desse modo, ao disseminar, publicamente e a um só tempo, discriminação em razão de gênero e deficiência, o magistrado explicita um posicionamento machista e capacitista contra dois grupos sociais, as mulheres e as pessoas com deficiência. Ao externar essa atitude quando julga um processo, o magistrado incorre em ação ainda mais grave, pois foi no exercício de seu cargo e função pública como representante da Justiça brasileira, que ele faz tais afirmações.

Pautados nas lutas por uma sociedade igualitária para todas as pessoas, atuando contra a invisibilidade e pela inclusão social das pessoas com deficiência e, no caso do Coletivo Feminista Heller Keller, que tem atuação focada nos direitos das mulheres com deficiência duplamente vulnerabilizadas pelas violências sexistas e capacitistas com as quais o magistrado compactua, manifestamos nosso mais veemente repúdio contra práticas e discursos discriminatórios, de quaisquer naturezas e de autoria de qualquer pessoa, haja vista que violam o direito fundamental à dignidade humana e à própria democracia.

Um representante do Judiciário tem o dever moral e jurídico de fazer cumprir a lei, e não de emitir juízo de valor sobre as mesmas, principalmente em se tratando de políticas públicas para a promoção da igualdade de gênero. O Comitê Deficiência e Acessibilidade da ABA e o Coletivo Feminista Helen Keller seguirão repudiando toda e qualquer manifestação discriminatória em favor da construção de uma sociedade verdadeiramente justa, onde todas as pessoas, independentemente de seu gênero, deficiência, raça, etnia, classe, orientação sexual, nacionalidade, região e religião, tenham acesso aos mesmos direitos e à existência digna.

__________________

1 Excerto disponível em: <https://www1.folha.uol.com.br/poder/2019/05/juiz-eleitoral-compara-mulheres-que-preenchem-cota-em-eleicao-a-aleijados.shtml>.

2 É o nome que se dá à discriminação por motivo de deficiência, quando não se acredita nas capacidades das pessoas com deficiência. O capacitismo também é o modo hierarquizado e naturalizado de conceber qualquer corpo como algo que deve funcionar, agir e se comportar de acordo com a biologia. Nesse sentido, outros grupos sociais também podem ser lidos como “menos capazes” em relação a grupos hegemônicos.

Brasília, 10 de junho de 2019.

Associação Brasileira de Antropologia – ABA e seu Comitê Deficiência e Acessibilidade

Leia aqui a nota em PDF.

 
 
Nota pública da ABA, ANPOCS, SBS e ABCP contrária à solicitação da AGU ao STF para realizar operações policiais nas Universidades Públicas e Privadas
 
 
 
 
Comitê Deficiência e Acessibilidade da ABA subscreve, como apoiador, a Nota Reforma da Previdência (PEC Nº 6/2019) e os graves prejuízos impostos às pessoas com deficiência
 
 
 
 
Indígenas têm suas identidades invisibilizadas nas prisões do Brasil por Cristhian Teofilo da Silva e Gustavo Hamilton de Sousa Menezes
 
 

Privados de seus direitos básicos e desrespeitados em suas práticas tradicionais de punição, os indígenas brasileiros engrossam, invisíveis, a população carcerária do país.
Confira a íntegra do artigo, publicado no Le Monde Diplomatique Brasil, em: https://diplomatique.org.br/indigenas-tem-suas-identidades-invisibilizadas-nas-prisoes-do-brasil/.

 
 
III Oficina de Desenvolvimento da Plataforma de Territórios Tradicionais
 
 

A ABA esteve na III Oficina de Desenvolvimento da Plataforma de Territórios Tradicionais, representada pela Profª Elaine Moreira – Secretária da Comissão de Assuntos Indígenas (CAI) da Associação. Leia aqui a Ata.

 
 
SBPC Eleições 2019
 
 

O processo de votação das eleições 2019 da SBPC para os cargos da Diretoria (biênio 2019-2021, parte do Conselho (quadriênio 2019-2023) e Secretarias Regionais (biênio 2019-2021) está aberto até o dia 14 de junho/19. Estão aptos a votar os sócios ativos, ou seja, aqueles com anuidade quite 2018 e/ou 2019 e admitidos até o dia 15 de março de 2019. Sócios inativos têm até o dia 07 de junho para reativar seu cadastro com o pagamento da anuidade, nos Serviços Online.
Na área das Ciências Humanas, temos Fernanda Antônia da Fonseca Sobral (DF), como candidata a uma das vagas de vice-Presidente; e os ex-presidentes da ABA, Lia Zanotta Machado e Antonio Carlos de Souza Lima, como candidatos às vagas dos Conselhos.
 
Informações: http://portal.sbpcnet.org.br/socios/eleicoes-2019/

 
 
Facebook do Comitê de Patrimônios e Museus da ABA
 
 

O Comitê de Patrimônios e Museus da ABA convida a todos para visitar e curtir a sua página de facebook no link https://www.facebook.com/Comit%C3%AA-de-Patrim%C3%B4nios-e-Museus-da-ABA-830797110290298/.

 
 
Vibrant
 
 

Confira o último número da Vibrant:

v.15 n.3 – 09-12/2018: Gramáticas de la (¿post?) violencia: identidades, guerras, cuerpos y fronteras – http://www.vibrant.org.br/lastest-issue-v-15-n-3-09-122018/.

 
 
in memoriam
eventos
Eventos no Brasil
 
 
Seminários dos 25 anos do PPGA, dos 25 anos do NUFEP e dos 10 anos do InEAC da UFF

Data: 10 e 11 de junho de 2019
Local: ICHF/UFF
Informações: Programação

 
 
III Festival Interuniversitário de Cultura (FIC)

Data: 14 a 16 de junho de 2019
Local: Museu da República (Rua do Catete, 153 – Catete)
Informações: https://festfic.wordpress.com/

 
 
2° aniversário do Museu do Cerrado

Data: 19 de junho de 2019
Local: UnB, Faculdade de Educação
Informações: Programação / https://museucerrado.com.br/

 
 
Os sentidos do sujeito: gênero, corpo e suas poéticas

Data: 19 de junho de 2019
Local: UnB, Auditório do ICS
Informações: Cartaz

 
 
Exposição: Apresentação da Dança da Ema (Hiyokena Kipâe) na abertura do módulo Kaxunakapu Ûti Vukápana (Resistir para não morrer. Vamos em frente!)

Data: 28 de junho de 2019
Local: Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade de São Paulo – MAE-USP
Informações: http://www.vmptbr.mae.usp.br/modules/exposicmae/content.php?topic=exposicoes-temporarias-ano-2017&id=77&page=kaingang-guarani-nhandewa-e-terena-resistencia-ja

 
 
III Congresso Internacional AFROLIC – Associação de Professores de Literatura Africana

Data: 29 a 31 de julho de 2019
Local: UFRN
Informações: https://www.afrolic.com/afrolic-2019/

 
 
IV Encontro de Museus Indígenas em Pernambuco

Data: 05 a 09 de agosto de 2019
Local: Museu do Estado de Pernambuco, Recife/PE
Informações: http://www.aba.abant.org.br/files/20190527_5cebdb7f809ff.pdf

 
 
I Seminário do Programa de Pós-Graduação em Arqueologia e Patrimônio Cultural

Data: 29 e 30 de agosto de 2019
Local: Auditório da Fundação Hansen Bahia, Cachoeira
Informações: https://www.ufrb.edu.br/ppgap/eventos/66-i-seminario-do-programa-de-pos-graduacao-em-arqueologia-e-patrimonio-cultural

 
 
III Reunião de Antropologia da Saúde (III RAS)

Data: 23 a 25 de setembro de 2019
Local: UFRN/Natal – RN
Informações:  https://3ras2019.wixsite.com/3ras2019 / 3ras2019@gmail.com
Últimos dias para inscrição nos GTs, até 17/06/19

 
 
IX Festival Internacional de Cinema Etnográfico do Recife

Data: 03 a 06 de outubro de 2019
Local: Recife/PE
Informações: inscrições de filmes, gratuitamente, de 15 de junho e 15 de julho de 2019 / https://sites.ufpe.br/filmedorecife/wp-content/uploads/sites/15/2019/06/Regulation_IX_FIFER.pdf / https://sites.ufpe.br/filmedorecife/

 
 
II Festival de Filme Etnográfico do Pará

Data: 05 a 10 de novembro de 2019
Local: Belém/PA
Informações: http://festivaldopara.com.br/2019/

 
 
I Colóquio de Antropologia e Cinema da Amazônia

Data: 05 a 10 de novembro de 2019
Local: Belém/PA
Informações: www.cinemaeantropologia.com.br

 
 
oportunidades
Concursos e Seleções
 
 
Concurso para Museólogo na UFG

A Universidade Federal de Goiás torna pública a realização do Concurso Público para Museólogo. Inscrições: 07 a 25 de junho de 2019. Informações: https://centrodeselecao.ufg.br/2019/concurso-ta-ufg/.

 
 
Concurso para Magistério Superior na UFF

O Reitor da Universidade Federal Fluminense, no uso de suas atribuições legais e estatutárias, torna pública a Abertura do Concurso Público de Provas e Títulos para ingresso na Carreira do Magistério Superior, Classes A, Professor Adjunto e Assistente, nível 1 e Professor Assistente, nível 1 para os Departamentos de Ensino especificados no Anexo I. O pedido de inscrição deverá ser realizado a partir do dia 10 de junho 2019 até 10 de julho de 2019. Informações: http://www.aba.abant.org.br/files/20190610_5cfe667d25472.pdf.

 
 
Pós-graduação
 
 
Seleção PNPD/Capes – Antropologia Social UnB
O Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social da Universidade de Brasília – PPGAS/UnB – está com inscrições abertas para seleção de bolsistas para o Programa Nacional de Pós-Doutorado – PNPD/CAPES. Inscrições: 01 a 20 de junho de 2019. Informações: Edital / http://www.dan.unb.br/.
 
 
Mestrado e Doutorado na USP

Estarão abertas, no período de 5 a 9 de agosto de 2019, as inscrições para o preenchimento de vagas nos cursos de Mestrado acadêmico, Doutorado e Doutorado Direto para ingresso no 1º semestre de 2020, junto ao Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social (PPGAS) da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo. Informações: Edital de ampla concorrência / Edital para indígenas.

 
 
Seleção para Mestrado e Doutorado na UFRGS

Edital do processo seletivo para ingresso em 2020 nos cursos de Mestrado e Doutorado em Antropologia Social na UFRGS. Inscrições: 08 de julho a 09 de agosto de 2019. Informações: https://www.ufrgs.br/ppgas/portal/index.php/pt/selecao.

 
 
publicações
Chamada para artigos
 
 
Vivência: Revista de Antropologia

Vivência: Revista de Antropologia – vinculada ao Departamento de Antropologia e ao Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social da UFRN, está com chamada aberta para a edição 2020(1) – dossiê temático:  Patrimônio Afro-religioso: Acervos, Preservação e Fonte de Conhecimento. Prazo para submissões: 21 de julho de 2019. Informações: https://periodicos.ufrn.br/vivencia/announcement/view/192.

 
 
Revista Enfoques

A Revista Enfoques é a publicação semestral de discentes do Programa de Pós-Graduação em Sociologia e Antropologia (PPGSA) do Instituto de Filosofia e Ciências Sociais (IFCS) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), divulga chamada para o dossiê Tecnologias: Saberes, Transversalidades, Experiências e Resistências. A publicação está prevista para o segundo semestre de 2019. As submissão dos textos deve ser realizada por meio do sistema on-line, através do link: https://revistas.ufrjbr/index.php/enfoques/login, da Revista Enfoques até o dia 30 de julho de 2019. Informações: revistaenfoques.ufrj@gmail.com / https://revistas.ufrj.br/index.php/enfoques/.

 
 
Revista Iluminuras

A Revista Iluminuras – vinculada a Universidade Federal do Rio Grande do Sul, divulga chamada de artigos para o número que pretende reunir textos sobre a temática das Mediações e Culturas Visuais nas Sociedades Contemporâneas, divulga chamada de artigos para o segundo semestre de 2019 – Edição nº 51 da Revista Iluminuras. Data limite para envio de propostas: 31 de julho de 2019. Os artigos deverão ser formatados com base nas Diretrizes para Autores disponíveis em: http://seer.ufrgs.br/index.php/iluminuras/about/submissions#authorGuidelines e encaminhados à editoria, através do e-mail: iluminuras@ufrgs.br com cópia para Juliana Cavilha – julianacavilha@gmail.com.

 
 
Revista Ilha

A ILHA – Revista de Antropologia, do Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social da Universidade Federal de Santa Catarina (PPGAS-UFSC), divulga chamada para submissão para o dossiê sobre a relação entre a pesquisa, sujeitos de pesquisa, pesquisadores/as e a ciência com a epidemia do vírus Zika. Os artigos devem ser submetidos no SEER do periódico até o prazo de 31 de agosto de 2019. Informações: luisarc@mit.edu / ilha.revista@gmail.com / https://periodicos.ufsc.br/index.php/ilha/announcement/view/520.

 
 
Revista Sociabilidades Urbanas

Sociabilidades Urbanas – Revista de Antropologia e Sociologia é uma revista acadêmica do GREM – Grupo de Pesquisa em Antropologia e Sociologia das Emoções, divulga chamada para submissão de trabalhos para o Dossiê Sociologia e Antropologia dos Rumores. Prazo máximo de submissão de trabalhos para publicação: 13 de setembro de 2019. Os trabalhos devem ser enviados para o e-mail: pallomamenezes@gmail.com. Informações: http://www.cchla.ufpb.br/sociabilidadesurbanas/.

 
 
Revista Horizontes Antropológicos

A Revista Horizontes Antropológicos está com chamada de artigos aberta para o dossiê Antropologia histórica e povos indígenas, ano 26, n. 58, set./dez. 2020. As submissões serão recebidas até o dia 30 de setembro de 2019. Informações: https://www.ufrgs.br/ppgas/ha/index.php/pt/detalhes/detalha-chamada?var=58.

 
 
Revista Iluminuras

A Revista Iluminuras – vinculada a Universidade Federal do Rio Grande do Sul, divulga chamada de artigos para o número que pretende reunir textos sobre a temática das Mediações e Culturas Visuais nas sociedades contemporâneas, divulga chamada de artigos para o primeiro semestre de 2020 – Edição nº 52 da Revista Iluminuras. Esta edição da Revista Iluminuras tratará sobre o tema: Antropologias do Trabalho: Desafios Latino-Americanos. Data limite para envio de propostas: 30 de novembro de 2019. Os artigos deverão ser formatados com base nas Diretrizes para Autores disponíveis em: http://seer.ufrgs.br/index.php/iluminuras/about/submissions#authorGuidelines e encaminhados à editoria, através do e-mail: iluminuras@ufrgs.br com cópia para Guillermo Gómez (UFRGS) – guillermorosagomez@gmail.com e Manoel Rocha (UFRGS) – manoelcs@live.com.

 
 
Revistas – Novos números
 
 

Ayé: Revista de Antropologia – v. 1 n. 1 (2019), publicação do Curso de Antropologia da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira. www.revistas.unilab.edu.br/index.php/Antropologia/issue/view/14.

 
 

Revista Fotocronografias – Publicação organizada pelo Banco de Imagens e Efeitos Visuais da Univerisidade Federal do Rio Grande o Sul, editada independentemente e com versão somente online. Vol. 04 num. 07 –2019: “20 anos do Banco de Imagens e Efeitos Visuais — BIEV” — Parte I: Sociabilidades. https://medium.com/fotocronografias/vol-04-num-a784a5819c4e.

 
 

Revista Iluminuras – v. 20, n. 49 (2019), Publicação Eletrônica do Banco de Imagens e Efeitos Visuais – NUPECS/LAS/PPGAS/IFCH e ILEA/UFRGS, intitulada: A Heterogeneidade e a diversidade na velhice na sociedade contemporânea em suas complexas manifestações e pluralidade de imagens. https://seer.ufrgs.br/iluminuras/issue/view/3731?fbclid=IwAR2-ipWYTyUlTUY-cCYEyMCvSIpdotVq1rf96Mgakps2dNViTv3hZREg0LQ.

 
 
Lançamentos – Livros 2019
 
 

GARCÉS, Cláudia Leonor López; SILVA, DA SILVA, Cristhian Teófilo; MORALES, Elena Nava (orgs.) (2019). Desafiando Levatãs: Experiências indígenas com o desenvolvimento, o reconhecimento e os Estados. Belém: MPEG. https://www.museu-goeldi.br/assuntos/publicacao/desafiando-leviatas-ebook.pdf.

 
 
notícias da mídia/outras
Manifestação em defesa da inocência de nossas lideranças diante do júri não-indígena do Passo Piraju
 
 
 
 
Vídeo Centenário do Eclipse de Sobral – #SomosTodosCiência
 
 

Como parte das celebrações do Centenário do Eclipse que comprovou a Teoria da Relatividade Geral, a SBPC lançou o vídeo “Centenário do Eclipse de Sobral”, o primeiro do seu projeto de popularização da ciência #SomosTodosCiência. A animação conta a história do eclipse solar observado em 29 de maio de 1919, na cidade de Sobral, no estado do Ceará. As imagens captadas foram decisivas para comprovar a Teoria da Relatividade Geral de Albert Einstein. Foi graças ao sucesso desse experimento que o físico alemão ficou conhecido como um dos maiores gênios do século XX.

Assista na TV SBPC (https://www.youtube.com/watch?v=4bVLe6Vdl9k&t=3s) ou no através do link: http://www.aba.abant.org.br/files/20190606_5cf90ffb9dc1f.MP4, se preferir.

 
 
CCT vota projeto que garante recursos do Fundo Social para pesquisa científica e tecnológica
 
 
 
 
Portaria do MJ sobre controle e fiscalização de produtos químicos
 
 
 
 
Professor Kabengele Munanga foi homenageado na Faculdade na USP
 
 

Em meio a um contexto político de desvalorização dos direitos humanos, o antropólogo congolês, radicado no Brasil e professor da USP Kabengele Munanga recebeu, no último dia 13 de maio de 2019, uma homenagem da Faculdade de Direito da mesma universidade pela luta contra todas as formas de discriminação racial, desenvolvida no decorrer de sua trajetória de vida e profissional. O evento fez  parte do Simpósio de Estudos em homenagem ao professor Kabengele Munanga, realizado nos dias 13 e 14 de maio. Informações: https://www.geledes.org.br/professor-kabengele-munanga-sera-homenageado-na-faculdade-de-direito-da-usp-no-dia-13-de-maio/.

 
 
Carta do V Encontro da Articulação Popular da Bacia do Rio São Francisco
 
 

Publicada no dia 09 de junho de 2019, a Segunda Carta de Januária – Velho Chico, Te Queremos Vivo, foi elaborada durante o V Encontro da Articulação Popular da Bacia do Rio São Francisco, que reuniu 109 pessoas de 56 organizações de povos indígenas, quilombolas, geraiseiros/as e catingueiros/as de fundos e fechos de pasto, pescadores/as, pesquisadores/as, pastorais e de grupos urbanos das quatro regiões da Bacia – Alto, Médio, Submédio e Baixo. A carta reúne uma síntese do que foi debatido no encontro, um manifesto contra o agravamento do quadro por que passa a Bacia do rio São Francisco, desde 2005, e uma afirmação de que os movimentos sociais se manterão firme na luta em defesa de seus territórios de ocupação tradicional.

 
 
Atenção: As ideias, opiniões e informações expostas no informativo e nas redes sociais da ABA são de responsabilidade dos seus autores e autoras, não refletindo, necessariamente a opinião ou posição da ABA.

Associação Brasileira de Antropologia
Antropologia Brasileira: saberes e diálogos na defesa de direitos e diferenças (2019-2020)


Presidente: Maria Filomena Gregori (UNICAMP)
Vice-Presidente: Sérgio Luís Carrara (UERJ)
Secretária Geral: Thereza Cristina Cardoso Menezes (UFRRJ)
Secretário Adjunto: Luiz Eduardo de Lacerda Abreu (UnB)
Tesoureiro: João Miguel Manzolillo Sautchuk (UnB)
Tesoureira Adjunta: Izabela Tamaso (UFG)
Diretoras:
Angela Mercedes Facundo Navia (UFRN)
Manuela Souza Siqueira Cordeiro (UFRR)
Patrice Schuch (UFRGS)
Patricia Silva Osorio (UFMT)

Informativo ABA
Edição: Carine Lemos
Diagramação: Roberto Pinheiro

Universidade de Brasília
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Informativos 2018


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Informativos 2010


Informativos 2009 


Informativos 2008


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